Vou te mandar a real. Aquela historinha de mulher que senta no chão do chuveiro pra chorar escondida é coisa de filme. Na vida real a gente não tem tempo pra esse drama.
Na vida real, a gente xinga baixinho enquanto esfrega a panela engordurada que alguém deixou na pia. A gente revira o olho quando marmanjo pergunta "cadê a toalha?" que tá literalmente na frente dele.
A gente não tá triste. A gente tá de saco cheio.
Sabe o que mais irrita? É quando chega o final do dia, você não parou um segundo, e escuta um: "Nossa, precisava de ajuda? Era só pedir".
Como se a casa fosse SÓ SUA. Como se o outro fosse uma visita fazendo um favor, e você fosse a "gerente" que precisa delegar função pra adulto.
Aí vem a família, a sociedade e dizem: "Mas você é tão guerreira! Dá conta de tudo!"
Guerreira uma ova. A gente só não tem a opção de largar tudo e sumir, porque se a gente não fizer, ninguém faz. A sua carga mental tá tão pesada que você esqueceu a última vez que sentou num sofá sem estar pensando na lista de compras ou na roupa que tá na máquina.
Eu escrevi o guia "A Mulher Forte Está Cansada" num dia de fúria. Não foi chorando. Foi com raiva de perceber que eu me coloquei nessa jaula de "mulher que resolve tudo".
Esse não é um livrinho pra você ler e ficar "zen". É um manual prático dos bastidores pra você parar de ser o burro de carga da casa, aprender a tacar o f*da-se com inteligência, e obrigar as pessoas ao seu redor a assumirem a parte delas.
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