Quando ninguém te vê,
Ele vê e te alivia.
Uma carta para mulheres que carregam o mundo caladas
e precisam, enfim, de alívio.
Eu não escrevi estas páginas num café bonito, com flores na mesa e tempo de sobra. Escrevi encolhida no azulejo, com a água da torneira disfarçando um choro sem testemunhas.
Escrevi entre um "mãe, cadê meu chinelo?" e um "amor, passa a minha camisa?". Escrevi depois de um culto em que eu me escondi no último banco, certa de que até Deus tinha esquecido meu nome.
E foi ali que ouvi: "Ele te vê."
Eu sou "a mulher forte". E eu estou cansada. Forte para organizar, para cobrir, para sorrir, para não incomodar, para carregar o que ninguém vê. Forte para dizer "tá tudo bem" com a voz certa e o peito errado.
A verdade que me atravessou é essa: a imagem que me aplaudiam virou jaula. E eu esqueci como se pede ajuda.
Não é bonito. Não é heroico. Não é digno de aplauso. É sobrevivência.
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